domingo, 7 de julho de 2019

Livros de Marcelo Cipis


Nunca pensei em manter um espaço na internet para comentar apenas quadrinhos. Sou fã de vários blogs voltados apenas para quadrinhos. Mas eu queria, mesmo, apenas ter um lugar para escrever bobagens razoavelmente interessantes. É algo terapêutico. Há coisa de todo tipo por aqui, desde quadrinhos e cinema à literatura e pornografia. Dentre livros, gosto de compartilhar os de arte que possuo. E esta postagem é para indicar o trabalho do designer e ilustrador Marcelo Cipis.

530 Gramas de Ilustrações reúne dezenas de trabalhos realizados por encomenda pela Folha de S. Paulo, para ilustrar a coluna de Joyce Pascowitch. Aliás, é desta jornalista a apresentação do livrinho, onde todos os desenhos foram organizados por tema ou características em comum. Edição do Ateliê Editorial, formato 18,0 x 16,0 cm, capa dura com miolo em papel cuchê, 250 páginas.

Armações do Cipis compendia em torno de cinquenta ilustrações coloridas realizadas para a VIEW, revista voltada para o mercado óptico nacional. Todos os trabalhos são brincadeiras com armações de óculos. Acho interessante um periódico de aspecto notadamente publicitário abrir esse espaço mais "artisticamente puro", em suas páginas. O livro, no formato 22,0 x 16,00 cm, com capa dura e 120 páginas em cuchê, foi editado pela Jobson Brasil.





2 comentários:

Scant disse...

bela edicao

"voltados apenas para quadrinhos" - conforme explica Robert A. Heinlein:

"Um ser humano deve ser capaz de trocar uma fralda, planejar uma invasão, matar um porco, comandar um navio, projetar um edifício, escrever um soneto, fazer a contabilidade, construir uma parede, cuidar de um ferimento, consolar os que estão para morrer, receber ordens, dar ordens, cooperar, agir sozinho, resolver equações, analisar um novo problema, adubar a terra, programar um computador, cozinhar uma refeição saborosa, lutar eficientemente, morrer galantemente. Especialização é para insetos".

abs!

Blogue do Neófito disse...

Desconhecia totalmente este pensamento tão coeso e perfeito. Penso igualmente e, neste momento, me lembrei das abelhas. :-)
Abraços, Scant!

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